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  • “José Sócrates roubou mais do que Salazar”, André Ventura
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Num artigo de opinião publicado na edição de ontem, dia 13, do Jornal da Economia e Finanças, que se publica em Luanda, José Barata, presidente da Deloitte Angola, defende que a cibersegurança se tornou um elemento central da soberania digital de Angola, num contexto de acelerada transformação tecnológica do Estado.

Nesse artigo, o autor sublinha que a digitalização da administração pública, impulsionada pela estratégia do Presidente João Lourenço, representa um passo decisivo para a modernização, eficiência e competitividade da economia. No entanto, José Barata alerta que este processo expõe o país a riscos crescentes, tornando imperativo garantir a segurança, integridade e resiliência do ecossistema digital.

Para o líder da Deloitte em Angola, a cibersegurança deixou de ser uma questão técnica para assumir uma dimensão estratégica, diretamente ligada à proteção das funções críticas do Estado e à estabilidade económica. Neste contexto, destaca a criação do Centro Nacional de Cibersegurança como uma decisão estruturante, alinhada com boas práticas internacionais e sinal de maturidade política face aos desafios emergentes.

“A cibersegurança é também uma política pública”

O artigo alerta ainda para a crescente exposição a ameaças cibernéticas à medida que serviços essenciais — como saúde, educação, sistema financeiro ou abastecimento de água e energia — se tornam mais digitalizados. Ataques a estas infraestruturas poderão ter impactos significativos na continuidade dos serviços públicos e na confiança institucional.

José Barata defende a necessidade de articulação com os serviços de informação e segurança do Estado, dada a natureza sensível das ameaças digitais

José Barata defende que a cibersegurança deve ser integrada no núcleo das políticas públicas, ao mesmo nível da segurança nacional, exigindo liderança política, coordenação interinstitucional e continuidade estratégica. Neste quadro, destaca o papel complementar do Instituto de Modernização Administrativa, cuja experiência na digitalização do Estado deverá articular-se com o novo centro, garantindo coerência e eficácia na resposta aos desafios.

O autor sublinha igualmente a necessidade de articulação com os serviços de informação e segurança do Estado, dada a natureza sensível das ameaças digitais, bem como a importância da cooperação internacional e das parcerias público-privadas para reforçar capacidades e partilhar conhecimento.

Por fim, Barata destaca o papel do capital humano, considerando essencial investir na formação e sensibilização para reduzir vulnerabilidades e promover uma cultura de segurança digital. A confiança de cidadãos e empresas nos sistemas digitais será, conclui, determinante para o sucesso da transformação em curso, sendo o investimento em cibersegurança um pilar fundamental da soberania e do futuro de Angola.

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