Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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Luís Duarte Costa, de 49 anos, já não lidera a urgência do Hospital Amadora-Sintra desde o final de fevereiro, mas só agora revelou que a sua saída se deveu a um pedido de demissão. O anúncio foi feito pelo próprio à Lusa esta terça-feira, dia 14, confirmando o fim das funções que ocupava desde maio de 2025.

Citado pela agência, o responsável optou por deixar funções após ter falhado o objetivo de reduzir o número de doentes internados no serviço de urgência no Hospital Fernando Fonseca: “Demiti-me exatamente por isso. Fui para lá em maio de 2025 com a promessa de que íamos conseguir tirar de lá [do SUG] os doentes internados.”

O responsável destacou o impacto da falta de profissionais, e refere que a equipa tem estado sobre uma pressão constante por, segundo o próprio, a urgência não conseguir drenas os doentes para as enfermarias: “As equipas de urgência, em vez de estarem a tratar dos doentes que se inscrevem naquele dia para serem observados pelo serviço de urgência, estão presas aos 75 doentes que estão lá permanentemente internados.”

Para piorar, o médico refere ainda que os chamados casos sociais – utentes que continuam internados por motivos sociais, mesmo já tendo recebido alta médica – representavam 25% dos internamentos. Isto acontece porque o hospital não tem dimensão suficiente para a “população imensa a que tem de responder”.

Após a sua saída, a ULS Amadora-Sintra nomeou, a 9 de março, uma Comissão de Gestão para o Serviço de Urgência, formada por oito médicos. Segundo fonte oficial, esta equipa mantém-se em funções até ser escolhido um novo diretor.

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