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  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
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O Governo interino do estado do Rio de Janeiro decidiu suspender a libertação de cerca de 730 milhões de reais (aproximadamente 135 milhões de euros) que tinham sido autorizados no final do mandato do ex-governador Cláudio Castro. As verbas destinavam-se a vários municípios do interior, com foco em obras de infraestruturas, como pavimentação e contenção de encostas.

A decisão foi tomada pelo chefe do executivo interino, Ricardo Couto, que assumiu funções após a saída de Castro. O governante justificou a medida com a necessidade de reavaliar os projetos aprovados, alegando que a autorização dos montantes ocorreu sem o devido conhecimento da atual gestão. Segundo o executivo, os investimentos serão agora sujeitos a uma análise técnica rigorosa antes de qualquer eventual desbloqueio.

Os recursos em causa têm origem no Fundo Soberano do estado, uma reserva financeira alimentada sobretudo por receitas do petróleo e destinada a investimentos estruturais. A autorização para utilização de uma parcela significativa deste fundo foi concedida nos últimos dias do governo anterior, o que levantou dúvidas quanto à transparência e ao enquadramento das decisões tomadas nesse período.

De acordo com informações disponíveis, os valores estavam distribuídos por diferentes áreas, incluindo projetos de mobilidade urbana e intervenções em zonas de risco. Parte das iniciativas terá sido aprovada sem detalhamento completo sobre a execução, reforçando a posição do governo interino em suspender temporariamente os repasses.

Por seu lado, Cláudio Castro contestou a interpretação de que tenha havido libertação imediata dos recursos. O ex-governador defende que o processo seguiu os trâmites normais e que a decisão foi tomada de forma colegial pelo comité gestor do fundo, tratando-se apenas de uma fase inicial de aprovação.

O caso surge num momento de instabilidade política no estado do Rio de Janeiro, marcado pela transição de poder e pela necessidade de revisão de decisões administrativas com impacto financeiro significativo. Neste contexto, a actual gestão procura reforçar mecanismos de controlo sobre os recursos públicos e evitar compromissos assumidos na fase final do anterior executivo.

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