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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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O 24Horas teve acesso, em exclusivo, ao comunicado da Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP, datado de dia 4, sobre a reunião periódica com o Conselho de Administração, e houve temas quentes em cima da mesa. Ministro Leitão Amaro, que tem a tutela da comunicação social, também ficou com as orelhas a arder.

A CT refere que a reunião ocorreu num contexto difícil para a RTP, após a apresentação de resultados negativos em 2025, depois de 15 anos consecutivos com números a verde. O comunicado aponta como problema central o aumento generalizado dos custos e a manutenção da Contribuição para o Audiovisual sem alterações desde 2017, defendendo que o Estado deve garantir condições financeiras adequadas ao serviço público prestado pela RTP.

Entre os fatores que explicam a situação financeira da RTP, são mencionados o aumento dos encargos operacionais, os custos com saídas voluntárias, o crescimento da despesa com pessoal e necessidades de investimento indispensáveis à continuidade da operação.

A CT diz também ter pedido esclarecimentos sobre temas preocupantes, como os gastos com litigância, os honorários de advogados e o elevado volume de férias e folgas acumuladas. Considera que algumas despesas jurídicas são desnecessárias ou ofensivas, sobretudo quando dirigidas contra trabalhadores em situação precária.

Por fim, o comunicado sublinha que o elevado número de férias e folgas por gozar demonstra a pressão permanente sobre vários serviços da RTP, contrariando a ideia de que existem trabalhadores a mais na empresa.

Ao 24Horas, fonte da redação da RTP revela que o ponto mais quente da reunião teve que ver com a reestruturação/saídas voluntárias da empresa. O conselho de administração informou que a equipa que se encontrava a ultimar o plano teve de interromper os trabalhos para proceder a um aditamento ao Plano de Atividades e Orçamento (PAO), conforme solicitado pelo Governo. Essa alteração estará praticamente concluída, devendo o PAO ser entregue nos próximos dias.

Quanto ao plano de reestruturação, a CT continua, porém, sem conhecer qualquer detalhe concreto sobre o seu conteúdo. “A RTP está numa situação de gestão corrente, condicionada por limitações impostas pela tutela governamental, com impactos claros na capacidade de planeamento, investimento e decisão da empresa. Esta situação asfixia a autonomia de gestão e compromete a execução de processos estruturais essenciais ao futuro da RTP”, lê-se no documento a que o 24Horas teve acesso em exclusivo.

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