Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
Search

No dia em que se cumprem quatro anos desde o início da guerra na Ucrânia, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, marcaram presença em Kiev para demonstrar o apoio da União Europeia (UE) ao país.

Von der Leyen, que chegou à capital ucraniana pela décima vez desde o início da guerra, afirmou nas redes sociais que a sua presença em Kiev pretendia mostrar que “a Europa está firmemente ao lado da Ucrânia, financeiramente, militarmente e durante este inverno rigoroso”.

A líder europeia reforçou que a visita também pretende “enviar uma mensagem clara ao povo ucraniano e ao agressor”: “Não desistiremos, até que a paz seja restaurada.” Von del Leyen acrescentou que essa paz deve ser alcançada “nos termos da Ucrânia”.

António Costa também deixou uma mensagem nas redes sociais, onde destacou o que chamou de “quatro anos de uma guerra injusta de agressão, quatro anos de coragem ucraniana inabalável e quatro anos de apoio europeu contínuo”, antes de prometer o compromisso de trabalhar por uma paz “justa e duradoura para a Ucrânia”.

Os dois líderes europeus foram recebidos em Kiev pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Sergiy Kyslytsya, e vão participar numa cerimónia oficial de memória às vítimas do conflito. No programa da visita está também uma passagem pelas infraestruturas energéticas danificadas por ataques russos e um encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para discutir o apoio europeu.

Recomendado para si