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  • “José Sócrates roubou mais do que Salazar”, André Ventura
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Richarlison, de 28 anos, revelou ter enfrentado um período de profunda depressão após a participação no Mundial de 2022. O jogador brasileiro, que atua no Tottenham Hotspur, descreveu numa entrevista à France Football uma fase marcada por sucessivos problemas pessoais e profissionais, incluindo a eliminação da seleção brasileira, conflitos com o seu agente, lesões e questões familiares. “Durante um ano e meio, sofri um golpe atrás do outro. Parecia um poço sem fundo”, confessou.

Num dos momentos mais marcantes do testemunho, o avançado revelou ter tido pensamentos extremamente negativos: “Um dia, enquanto conduzia, pensei em embater contra um muro.” Richarlison explicou, no entanto, que conseguiu recuperar com ajuda profissional, destacando o apoio de um psicólogo, de um advogado que o ajudou a reorganizar a sua vida, e também da sua atual companheira. “Hoje, quando penso nisso, digo a mim mesmo que já não faz sentido”, afirmou, evidenciando o processo de superação.

Outro tema abordado foi o impacto das redes sociais na saúde mental dos jogadores. Inspirado por conselhos do colega de seleção Casemiro, o jogador brasileiro garantiu que pretende evitar o uso do telemóvel durante futuras competições internacionais, para manter a concentração.

Por fim, o jogador recordou ainda a sua infância em Nova Venécia, marcada por um ambiente difícil e por diversas tentações associadas à violência e ao crime. Richarlison admitiu ter tido contacto com armas na juventude, mas destacou que a educação que recebeu foi decisiva para o seu percurso. “Tive uma boa educação e não queria acabar na prisão”, afirmou.

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