Frase do dia

  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
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Patrocínio Azevedo, de 50 anos, foi condenado a oito anos e meio de prisão, esta sexta-feira, dia 8, no âmbito da ‘Operação Babel’. O tribunal condenou o antigo vice-presidente socialista da Câmara de Vila Nova de Gaia, por crimes de corrupção passiva agravada, prevaricação, participação económica em negócio e recebimento indevido de vantagem.

No mesmo processo, o advogado João Pedro Lopes foi condenado a sete anos e nove meses de prisão, por corrupção e branqueamento de capitais. Já os promotores imobiliários Paulo Malafaia e Elad Dror, ligados à empresa Fortera, receberam penas de sete e seis anos de cadeia, respetivamente. Os quatro são considerados os principais arguidos da ‘Operação Babel’.

Segundo o Ministério Público, o esquema envolvia o favorecimento de projetos imobiliários em Gaia, avaliados em cerca de 300 milhões de euros, em troca de dinheiro e bens de luxo. O tribunal absolveu ainda outros arguidos, entre os quais a antiga diretora municipal de Urbanismo, Luísa Aparício, e o economista Jordi Busquets.

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