Frase do dia

  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
Search

A GNR apreendeu 306 artigos contrafeitos de clubes de futebol e constituiu quatro arguidos, no concelho do Sabugal, no âmbito da ‘Operação Trademark 2026’, realizada esta quinta-feira, dia 7. Os suspeitos, duas mulheres e dois homens, com idades entre os 42 e os 51 anos, vendiam as peças ao público.

Os militares do Destacamento Territorial da Guarda detetaram, durante uma ação de fiscalização, diversos artigos com logótipos de marcas de clubes de futebol à venda ao público. Após apurar que eles eram contrafeitos, procederam à apreensão de 306 peças, avaliadas em cerca de 2.562,50 euros.

Os quatro arguidos foram identificados e os factos comunicados ao Tribunal Judicial da Guarda. A operação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção, da Secção de Informações e Investigação Criminal do Comando Territorial da Guarda e da Unidade de Ação Fiscal de Coimbra.

A GNR recorda que este tipo de ações visa garantir o cumprimento dos direitos de propriedade industrial e combater a contrafação, o uso ilegal de marca e a comercialização de artigos falsificados.

Recomendado para si