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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou um novo caso de infeção por hantavírus associado ao surto registado a bordo do cruzeiro MV Hondius, elevando para oito o número total de infetados, numa situação que continua a mobilizar autoridades internacionais de saúde.

O mais recente caso diz respeito a um cidadão suíço que já tinha desembarcado anteriormente e está atualmente a ser tratado em Zurique. O vírus identificado pertence à estirpe dos Andes, considerada particularmente preocupante por admitir transmissão entre humanos e apresentar uma taxa de mortalidade que pode atingir cerca de 40%.

O surto, detetado durante a travessia do Atlântico, já provocou pelo menos três mortes entre passageiros e levou ao isolamento do navio, que permanece ao largo de Cabo Verde sem autorização para atracar, numa tentativa de evitar riscos para a população local.

Entretanto, três passageiros considerados casos suspeitos estão a ser transferidos para os Países Baixos para avaliação médica, enquanto outros doentes já foram evacuados para diferentes países, incluindo a África do Sul.

A evolução da situação levou o Governo espanhol a convocar uma reunião de emergência para avaliar a eventual receção do navio nas Ilhas Canárias, a pedido da OMS. No entanto, a hipótese tem gerado controvérsia política, com críticas das autoridades regionais pela alegada falta de informação sobre os riscos envolvidos.

Apesar da gravidade dos casos registados a bordo, a OMS sublinha que o risco para a população em geral permanece baixo, mantendo-se a monitorização apertada de um surto raro, mas potencialmente grave, em ambiente marítimo.

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