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  • “Deve ter-se esquecido das bolas e das toalhas”, Rui Borges, em resposta a Farioli, sobre a perda de tempo do Sporting no Dragão
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O número de pessoas que permanecem internadas nos hospitais públicos após terem recebido alta clínica, durante o primeiro trimestre de 2026, aumentou 19% face ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados esta quarta-feira, dia 22. Em março, havia 2 mil e 807 utentes nesta situação, mais 465 do que em 2025.

A informação consta da décima edição do Barómetro dos Internamentos Sociais, promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares em parceria com a EY Portugal. O estudo estima que estes internamentos inapropriados, ou seja, quando o doente permanece no hospital sem necessidade clínica, representam um custo anual de cerca de 351 milhões de euros para o Estado. No total, foram registados 439 mil e 871 dias de internamento nestas condições ao longo de um ano.

O tempo médio de permanência mantém-se elevado, situando-se nos 157 dias, com diferenças significativas entre regiões: no Norte chega aos 239 dias, enquanto em Lisboa e Vale do Tejo é de 124 dias e no Alentejo de apenas 32 dias. O estudo aponta ainda que 85% destes casos concentram-se no Norte e em Lisboa e Vale do Tejo, sendo a falta de resposta da Rede Nacional de Cuidados Continuados responsável por 45% das situações.

Os responsáveis alertam para o impacto destes internamentos na capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde e defendem o reforço de alternativas fora do ambiente hospitalar, como cuidados continuados, apoio domiciliário e estruturas residenciais. A agilização de processos legais e o investimento em cuidadores são também apontados como medidas essenciais para reduzir estes casos e libertar camas hospitalares.

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