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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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O PSD e o CDS avançaram com um projeto para atrair mais jovens a experimentar a vida militar. O programa ‘Defender Portugal’, apresentado ao Parlamento, pretende oferecer aos jovens portugueses 439,21 euros e a possibilidade de obter a carta de condução gratuitamente, depois de três a seis semanas divididas entre regime de internato e externato.

Enquanto projeto de resolução, este programa tem apenas cariz de recomendação e foi pensado para os jovens dos 18 aos 23 anos. O objetivo é “proporcionar aos jovens uma formação robusta em liderança, disciplina e autonomia, e aproximar as novas gerações dos ramos militares”, conforme explicaram os dois partidos.

Perante os “desafios de segurança que se colocam na Europa”, a proposta visa “reforçar a ligação entre as novas gerações, o seu País e a instituição militar”. O PSD e o CDS realçam, contudo, que “não se trata de militarizar a sociedade, mas antes permitir que jovens de todas as origens sociais possam servir o seu País, porque o escolhem fazer.”

Além do programa ‘Defender Portugal’, os partidos também querem criar o ‘Mente Forte’, um projeto dedicado à saúde mental dentro das Forças Armadas. O objetivo é uniformizar o acesso a terapia nos três ramos e universalizar o acesso a todos os militares.

O deputado do PSD, Bruno Ventura, adiantou que, na prática, a proposta teria um custo de 4 milhões e meio de euros por cada 2 mil jovens: “Se aderirem 10% dos jovens que estão entre estas idades, vinte mil jovens, estamos a falar de um custo de 45 milhões de euros.”

Espera-se um consenso alargado na Assembleia da República, já que também o Partido Socialista apresentou, em março, um projeto de resolução de flexibilização das Forças Armadas. A proposta socialista recomenda ao Governo o estudo, em colaboração com os ramos militares, da “criação de projetos piloto de programas de curta duração ou modalidades flexíveis de prestação de serviços nas Forças Armadas, com caráter voluntário, avaliando o seu impacto no recrutamento e atratividade da carreira militar”.

O Chega não se expressou no sentido da criação de algum tipo de programa, mas recomendou a revisão do Dia da Defesa Nacional. O partido defende que este passe a decorrer durante cinco dias úteis e que voltassem a ser feitas as inspeções militares aos cidadãos convocados.

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