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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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A rede social Instagram vai começar a alertar os pais sempre que os seus filhos adolescentes realizarem repetidamente pesquisas relacionadas com suicídio ou automutilação, desde que tenham ativadas as ferramentas de supervisão parental. A medida deverá ser implementada nas próximas semanas, de forma faseada, segundo anunciou a empresa, e insere-se no reforço das políticas de segurança para menores, numa altura em que aumenta a preocupação internacional com o impacto das plataformas digitais na saúde mental dos jovens.

A nova funcionalidade prevê o envio de notificações quando for detetado um padrão de várias pesquisas destes termos num curto espaço de tempo. Os alertas poderão ser recebidos diretamente na aplicação e também por e-mail, SMS ou através do WhatsApp. Atualmente, a plataforma já limita a apresentação de resultados associados a determinados termos sensíveis e redireciona os utilizadores para recursos de apoio e linhas de ajuda. Segundo a empresa, o objetivo é “fornecer aos pais as informações necessárias para apoiar os seus filhos adolescentes” quando surgirem sinais de possível necessidade de acompanhamento.

A decisão foi anunciada pela Meta, que explicou ter definido um limiar específico de pesquisas num determinado período de tempo para desencadear as notificações, procurando equilibrar a identificação de potenciais situações de risco com a redução de alertas desnecessários. A tecnológica reconhece que o sistema poderá gerar avisos em circunstâncias que não representem perigo imediato, mas sustenta que a prioridade é criar “mais uma camada de proteção” para os jovens utilizadores.

A empresa adiantou ainda que está a trabalhar para alargar este tipo de notificações a interações dos adolescentes com ferramentas de inteligência artificial sobre os mesmos temas ainda durante este ano. A medida surge num contexto de maior escrutínio sobre as grandes plataformas digitais e a sua responsabilidade na proteção de menores, sendo vista por alguns especialistas como um passo relevante, embora defendam que deve ser acompanhada por diálogo familiar e acesso a apoio psicológico adequado, garantindo que os jovens continuam a sentir-se seguros para procurar informação e ajuda quando dela necessitam.

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