As obras da primeira fase do Metro de Superfície de Luanda vão avançar com a adjudicação da empreitada ao consórcio constituído pela Mota-Engil, Omatapalo e Griner Engenharia. O projecto, avaliado em 2,5 mil milhões de dólares, foi autorizado em 2024 pelo Presidente da República, por via de ajuste directo.
A primeira fase da empreitada contempla cerca de 60 quilómetros de linha, abrangendo o traçado Fidel Castro, a ligação entre a Zona Verde e Sequele e o ramal entre a Zona Económica Especial (ZEE) e o Aeroporto Internacional António Agostinho Neto.
Trata-se de uma das principais empreitadas previstas no Programa para a Melhoria da Mobilidade Urbana de Luanda, iniciativa que inclui também o fornecimento de equipamentos, sistemas de sinalização e serviços de fiscalização associados ao Metro de Superfície de Luanda.
No total, a futura infraestrutura deverá abranger 149 quilómetros, integrando diferentes ligações destinadas a reforçar a rede de transportes coletivos da capital angolana.
Segundo o executivo, o Programa para a Melhoria da Mobilidade Urbana de Luanda pretende responder aos graves constrangimentos que afetam atualmente a circulação na capital, contribuindo para uma mobilidade mais eficiente e para um crescimento socioeconómico inclusivo e sustentável.

















