Charlie Sheen, de 60 anos, volta a estar no centro das atenções com a publicação de 'O Livro de Sheen: Memórias', que já foi lançado em Portugal, pela Lua de Papel. Na autobiografia, com 383 páginas, o ator norte-americano revisita os momentos mais marcantes da sua vida pessoal e profissional, desde a infância em Hollywood até às maiores polémicas que marcaram a sua carreira. Escrita pelo próprio, a obra promete apresentar a versão de Sheen “sem filtros ou embelezamentos literários”.

Entre as revelações mais inesperadas está o relato da primeira vez que perdeu a virgindade. O ator conta que o episódio aconteceu durante a adolescência, numa viagem a Las Vegas com o pai, Martin Sheen, e um amigo. Nessa noite, terá usado o cartão de crédito do pai, sem autorização, para contratar uma mulher.

As memórias abordam também os períodos mais sombrios da vida de Charlie Sheen, incluindo o primeiro contacto com crack, em 1992, e uma overdose quase fatal, seis anos depois. Segundo o ator, a droga foi-lhe apresentada por uma antiga namorada e teve um impacto imediato na sua vida. Em 1998, após consumir cocaína por via intravenosa numa tentativa de se despedir definitivamente das drogas, acabou por sofrer uma overdose, sendo salvo pela intervenção do seu guarda-costas, que chamou os serviços de emergência.

Além dos problemas relacionados com consumo de substâncias, Sheen recorda ainda episódios polémicos, como um processo por violência doméstica em 1997, uma insólita viagem de avião em que afirma ter assumido temporariamente os comandos da aeronave e o momento em que descobriu ser seropositivo.

'O Livro de Sheen: Memórias' já está disponível, com um preço de venda de 17,91 euros.