Sete anos depois da morte de Eduardo Beauté, Luís Borges, de 38 anos, continua a manter viva a memória do antigo marido. O cabeleireiro, conhecido por trabalhar com várias figuras públicas, morreu a 7 de setembro de 2019, aos 52 anos, mas continua presente na vida do modelo e dos três filhos que tiveram em comum.

No dia em que se assinalaram sete anos desde a sua morte, o modelo recorreu às redes sociais para recordar Eduardo através de uma fotografia de família. Na mensagem, fez questão de deixar palavras de carinho e garantiu que, apesar da passagem do tempo, a ausência continua a fazer-se sentir.

“Eduardo, hoje faz sete anos que partiste. Sabes que nunca te iremos esquecer. Os nossos filhos estão crescidos e bonitos como tu podes ver. Espero que estejas em paz e que, de onde quer que estejas, envies a tua alegria para nós aqui em baixo. Um beijo”, escreveu.

Mas foi nas stories do Instagram que Luís acabou por revelar o lado mais doloroso desta data. Admitiu que uma das coisas que mais lhe custa é perceber que algumas pessoas que fizeram parte da vida de Eduardo parecem ter deixado para trás a memória do cabeleireiro e tudo aquilo que este fez por elas.

“O dia 7 de setembro será sempre difícil para mim. Por tudo o que ele representa. Mas talvez o que mais me custe seja perceber que, com o passar do tempo, algumas memórias se vão perdendo”, desabafou.

O modelo recordou ainda a generosidade de Eduardo Beauté e como este estava disponível para ajudar quem o rodeava. “O Eduardo ajudou muita gente, ouviu, deu o ombro, abriu as portas de casa e esteve presente para tantos. Foi generoso com a sua amizade e com aquilo que tinha para dar”, afirmou.

É precisamente esse aparente esquecimento que este diz não conseguir compreender. “Custa-me perceber que, para algumas pessoas, parece que tudo isso ficou para trás. A minha memória não esquece”, garantiu.

Num desabafo particularmente forte, o modelo revelou ainda que lhe custa ver algumas dessas pessoas continuarem a perguntar pelos filhos quando se cruzam com ele, apesar de, na sua opinião, já terem esquecido Eduardo e o papel que teve nas suas vidas.

“Por isso, neste dia, custa-me que algumas pessoas que se esqueceram do Eduardo e de tudo aquilo que fez por elas continuem a perguntar pelos nossos filhos quando me encontram”, afirmou Luís Borges.

A homenagem acabou assim por assumir um tom agridoce, entre a saudade de quem partiu e a mágoa perante aquilo que o modelo considera ser o esquecimento de algumas pessoas.

Créditos: Instagram @luisborgesoficial