A divulgação de três áudios atribuídos a Pedro Proença desencadeou uma onda de reações nas redes sociais e abriu uma nova polémica em torno do presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). As gravações, que terão sido realizadas há cerca de dois anos durante reuniões com clubes, incluem comentários sobre a arbitragem nacional, a relação com José Fontelas Gomes e processos judiciais relacionados com o Benfica.
Num dos excertos, Proença manifesta uma visão crítica da arbitragem portuguesa, considerando que apenas um reduzido grupo de árbitros apresenta o nível de qualidade exigido para a função. Noutro momento, aborda a sua ligação a José Fontelas Gomes, fazendo referências ao seu percurso profissional e à relação entre ambos.
Um terceiro áudio, dirigido ao antigo dirigente benfiquista Fernando Seara, refere alegadas deslocações à Polícia Judiciária (PJ) no âmbito de investigações relacionadas com o Benfica.
Confrontada com a divulgação das gravações pelo jornal A BOLA, a FPF optou por não prestar declarações, justificando a posição com o facto de os áudios terem alegadamente sido obtidos de forma ilegal.

















