Benfica e Sporting continuam a marcar de forma decisiva a história da Seleção Nacional nas fases finais dos Campeonatos do Mundo de futebol.
Os dois clubes rivais de Lisboa lideram os principais rankings relativos aos jogadores cedidos a Portugal nas oito participações lusas em Mundiais, de 1966 a 2026.
No número de convocados, o Sporting surge no topo, com 28 futebolistas chamados enquanto representavam os leões. O Benfica aparece logo a seguir, com 27, e o FC Porto fecha o pódio, com 23, depois da chamada de Diogo Costa para o Mundial de 2026.
A curta distância entre águias e leões confirma o peso estrutural dos dois clubes na construção da Seleção, desde a geração de 1966 até ao atual ciclo competitivo.
O equilíbrio repete-se nos jogadores efetivamente utilizados. O Sporting lidera também essa lista, com 23 atletas, mais um do que o Benfica, que soma 22. Já em jogos disputados, o Benfica passou para a frente após a última edição, totalizando 75 presenças contra 68 dos leões e 46 dos portistas.
As águias lideram ainda nas titularidades, com 59 entradas no onze inicial, contra 57 do Sporting.
A maior diferença surge nos golos. O Benfica domina claramente esse indicador, com 23 tentos apontados por jogadores seus ao serviço de Portugal em Mundiais. A marca é fortemente impulsionada por Eusébio, melhor marcador do Mundial de 1966, com nove golos, e por Gonçalo Ramos, autor de três em 2022.

















