Os dez elementos da claque do Benfica No Name Boys, detidos por alegado envolvimento em crimes de homicídio na forma tentada e ofensas à integridade física, ficaram sujeitos à medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

Segundo a mesma fonte, todos os arguidos poderão, futuramente, requerer a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliária.

As detenções estão relacionadas com os confrontos registados em fevereiro, nas imediações do Pavilhão João Rocha e do Estádio José Alvalade, após um dérbi de futsal entre Sporting e Benfica. As autoridades investigam alegados crimes violentos, entre os quais homicídio na forma tentada, ocorridos durante os desacatos entre adeptos dos dois clubes.

Na altura dos incidentes, a PSP deteve 124 pessoas. Destas, 63 eram adeptos ligados ao Benfica e 61 ao Sporting. Apesar das detenções, todos acabaram por ser libertados sem interrogatório, uma vez que o processo transitou de forma sumária para inquérito, permitindo o prosseguimento das investigações.