Portugal tem cerca de 20 mil ofertas de emprego disponíveis na rede do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e vê em Angola um possível país de recrutamento, uma informação avançada pelo secretário de Estado Adjunto e do Trabalho português, Adriano Rafael Moreira, durante uma visita que fez a Luanda no final da semana passada.

Entre as necessidades apontadas pelo governante português estão os cuidados a crianças e idosos, o trabalho em lares e creches e a condução de veículos pesados, sendo que a falta de profissionais com as qualificações exigidas, associada à passagem de trabalhadores à reforma, tem dificultado o preenchimento de alguns desses lugares.

O governante defendeu que qualquer recrutamento seja feito por vias oficiais, com contratos e condições de trabalho conformes à lei portuguesa e acesso à proteção social. A CATE Angolana manifestou disponibilidade para colaborar, desde que as instituições públicas dos dois países acertem os termos da iniciativa.