Sarah Ferguson, antiga duquesa de York, está no centro de novas especulações sobre um eventual livro de memórias capaz de provocar um novo terramoto na família real britânica sob pressão.
O jornal The Sun avançou que a ex-mulher de Andrew Mountbatten-Windsor, de 66 anos, recebeu propostas de sete dígitos de editoras norte-americanas para publicar uma autobiografia e estaria perto de fechar um acordo. A informação, porém, foi entretanto desmentida oficialmente pela sua equipa.
Segundo a versão inicialmente divulgada, já teria sido preparado um plano detalhado, capítulo a capítulo, e um dos temas incontornáveis seria a relação de Ferguson com Jeffrey Epstein, o financeiro norte-americano condenado por crimes sexuais e encontrado morto na prisão em 2019. O livro poderia ainda abordar o casamento e posterior divórcio de Andrew, bem como episódios vividos durante décadas no interior da monarquia britânica.
As notícias surgiram numa altura em que a ligação de Sarah Ferguson a Epstein voltou a ser escrutinada devido à divulgação de documentação relacionada com o caso. A antiga duquesa já manifestou anteriormente arrependimento pela relação que manteve com Epstein. Não existe, contudo, qualquer acusação de crime contra Ferguson relacionada com essa ligação.
Perante a dimensão das notícias, um porta-voz de Sarah Ferguson veio travar as especulações: “Não houve quaisquer conversações e ela não está a escrever umas memórias pessoais.” O representante garantiu ainda que Ferguson não está prestes a assinar qualquer contrato editorial multimilionário.
A britânica já publicou duas obras autobiográficas: 'My Story', em 1996, e 'Finding Sarah', em 2011.
















