A queda das grandes tecnológicas norte-americanas penalizou fortemente o maior fundo soberano do mundo, levando o fundo da Noruega a registar prejuízos de cerca de 58,3 mil milhões de euros no primeiro trimestre do ano.
O desempenho negativo dos mercados acionistas, em particular nos Estados Unidos, foi determinante para um retorno médio de -1,9% neste período.
O impacto foi agravado pela valorização da coroa norueguesa face às principais moedas internacionais, contribuindo para uma perda adicional de valor do fundo. Com uma elevada exposição ao setor tecnológico –onde detém participações em algumas das maiores empresas globais –, o fundo viu refletida na sua carteira a correção bolsista registada no início do ano.
Apesar do resultado negativo, o fundo mantém uma estratégia de investimento global diversificada, assente em receitas do petróleo e gás, e continua a ser um dos maiores investidores institucionais do mundo, com presença em milhares de empresas cotadas.