Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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Fernando Daniel, de 29 anos, inaugurou, na quinta-feira, 16, um novo projeto, que junta música e ação social. O complexo Nagana, em Ovar, no distrito de Aveiro, é uma academia que disponibilizará bolsas de apoio a quem não tem recursos financeiros para prosseguir estudos musicais.

“Não deve ser por falta de meios dos pais que os filhos, a terem talento, devem deixar de aprender”, contou o músico à Lusa. A academia terá diferentes escalões de propinas, como forma de responsabilidade social que permita fornecer recursos iguais para todos os estudantes, independentemente da condição financeira. “Quando eu era miúdo, os meus pais não tinham muitas possibilidades e não havia sequer a hipótese de eu aprender música numa escola”, lembrou. Acabou por ser autodidata, recorrendo a tutoriais do Youtube. Reconhecendo que a sua aprendizagem apresenta “lacunas”, compreende que “a música é uma disciplina como outra qualquer”.

Situado no edifício da antiga discoteca Pildrinha, junto à Praia do Furadouro, o equipamento cultural dispõe de três salas de aulas, duas régies, uma sala de ensaios, outra com 100 metros quadrados para captação, uma ‘vocal booth’, um estúdio de vídeo, um ciclorama e uma ‘tone library’, além de um bar interno, um lounge empresarial e, sob marcação, um museu sobre o percurso de Fernando Daniel e ainda uma loja com artigos associados à sua marca.

Para avançar com a ideia, Fernando Daniel procurou apoio financeiro em autarquias da região, mas a falta de respostas fê-lo avançar sozinho. Começou por requalificar o edifício, suportando ele próprio as despesas, mas os primeiros problemas no telhado deixaram claro que os custos das obras seriam incomportáveis. Foi então que recorreu a 15 empresas que aceitaram financiar as obras de requalificação.

Essas e outras empresas vão também comparticipar algumas das bolsas de estudo, além das dez asseguradas pessoalmente por Fernando Daniel. Os custos relativos aos professores e aos instrumentos serão igualmente garantidos pelo cantor. O projeto teve um investimento total de dois milhões de euros.

A escola também funcionará com regime de propina inteira, de acordo com uma lotação que será conhecida na próxima semana, depois de abertas as inscrições para o próximo ano letivo. Os alunos bolseiros, que podem ser crianças, jovens ou adultos, serão escolhidos com base numa análise da capacidade financeira do respetivo agregado familiar e do perfil psicológico de cada candidato. Em caso de limitação de vagas, o talento inato será o “fator de desempate”.

“Eu quero ser o mais justo possível porque me lembro de andar na escola e haver miúdos com escalão igual ao meu, mas, enquanto eu tinha que me levantar muito cedo e ia a pé, alguns deles chegavam de Porsche e tinham na mesma os livros de graça”, explica.

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