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  • “O árbitro veio prejudicar e tentar impedir que o Benfica vá à Champions”, Rui Costa, após o 2-2 em Famalicão
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O Japão voltou a comprar petróleo à Rússia, numa decisão que reflete a pressão crescente sobre o abastecimento energético japonês num contexto de instabilidade no Médio Oriente.

A refinadora Taiyo Oil confirmou a aquisição de uma carga de crude do projeto Sakhalin-2, no extremo oriental russo, com chegada prevista à prefeitura de Ehime na segunda-feira, dia 4. Trata-se de um movimento relevante, porque Tóquio tinha suspendido em larga medida as compras de petróleo ao país após a invasão da Ucrânia, em 2022.

A operação surge numa altura em que o Japão procura alternativas ao crude do Golfo, depois de a guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão ter limitado os fluxos energéticos da região. Segundo a Reuters, cerca de 95% do petróleo importado pelo Japão vinha do Médio Oriente, o que ajuda a explicar a opção por retomar uma via de abastecimento que, até aqui, estava politicamente congelada.

A compra é legalmente possível devido a uma isenção norte-americana para vendas de petróleo do projeto Sakhalin-2, válida até 18 de junho de 2026. Essa licença tem sido vista como um mecanismo de proteção da segurança energética japonesa, numa altura em que o país continua também dependente do gás natural liquefeito proveniente do mesmo complexo russo. O projeto é controlado pela russa Gazprom, mas conta igualmente com participações das japonesas Mitsui e Mitsubishi.

Mais do que uma simples transação comercial, a decisão expõe o difícil equilíbrio de Tóquio entre alinhamento político com as sanções ocidentais e necessidade de garantir fornecimento energético estável. O regresso ao crude russo mostra que, perante riscos de escassez e pressão sobre os mercados, o pragmatismo energético voltou a prevalecer sobre a distância diplomática em relação a Moscovo.

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