O Castelo de Leiria, a Sé de Lisboa e os Mercados de Olhão foram eleitos três das Novas 7 Maravilhas de Portugal, numa votação nacional que voltou a colocar o património histórico e contemporâneo português no centro das atenções.

Os vencedores foram conhecidos na noite de sábado, dia 12, na gala final do concurso, transmitida na TVI, depois de uma corrida que chegou à última fase com 21 monumentos e espaços, três por cada uma das sete categorias.

Na categoria Castelos, o triunfo pertenceu ao Castelo de Leiria, que já tinha vencido a final regional do Centro e garantido posteriormente um lugar entre os finalistas nacionais. Na categoria Religião, a escolha do público recaiu sobre a Sé de Lisboa.

A lista das sete novas maravilhas ficou completa com as ruínas romanas de São Cucufate, em Vila de Frades, Vidigueira, na categoria História; o Aqueduto da Usseira, em Óbidos, nas Grandes Obras; os Mercados de Olhão, na Arquitetura do Século XX; a Tiago Cabaço Winery, adega de Estremoz, na Arquitetura do Século XXI; e o Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco, na categoria Turismo.

A edição de 2026 assinalou o regresso das 7 Maravilhas de Portugal quase duas décadas depois da iniciativa original, realizada em 7 de julho de 2007. Desta vez, o concurso foi dedicado ao património construído, histórico e contemporâneo, com o objetivo de promover a sua valorização e mobilizar os portugueses em torno da identidade cultural e histórica do País.

A escolha final coube ao público, através de votação, num processo auditado pela PwC.