O 'Manifesto em Defesa da Rede EPE: a primeira linha da diplomacia portuguesa' reúne 441 personalidades ligadas às artes, à literatura e à academia, entre as quais Lídia Jorge, Teolinda Gersão, José Luís Peixoto, Sérgio Godinho, Maria de Medeiros e os vencedores do Prémio Camões Hélia Correia, João Barrento, Silviano Santiago e Ana Paula Tavares. Os subscritores defendem que é “urgente e necessário rejeitar a precarização” da rede e garantir maior estabilidade e reconhecimento aos seus profissionais.
No texto, os autores destacam o papel dos leitores e professores do Ensino Português no Estrangeiro na promoção da literatura, das artes e da cultura em língua portuguesa, sublinhando que a rede cria pontes entre comunidades, países e diferentes públicos. Além disso, consideram que o EPE desempenha uma função essencial junto das comunidades portuguesas na diáspora, permitindo que novas gerações mantenham a ligação à língua e às raízes culturais.
As críticas surgem numa altura em que decorrem negociações entre o Governo e os sindicatos dos docentes sobre a revisão do regime jurídico do EPE.

















