Cerca de 30 personalidades ligadas ao ensino e leitura assinaram uma carta aberta que defende a permanência de José Saramago como leitura obrigatória no ensino secundário. Lídia Jorge, Valter Hugo Mãe, Dulce Maria Cardoso ou Ondjaki são algumas pessoas envolvidas na iniciativa.
O documento é dirigido ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, para "trazer novamente para a opinião pública um assunto que parecia ter caído no esquecimento".
A proposta de revisão das Aprendizagens Essenciais (AE) de Português para o 12.º ano prevê eliminar a obrigatoriedade de os alunos lerem integralmente uma das duas obras de José Saramago: 'Memorial do Convento' ou 'O Ano da Morte de Ricardo Reis', atualmente exigidas no currículo.

















