Ed Sheeran, de 35 anos, quebrou o silêncio sobre o afastamento de Macklemore da sua digressão aos Estados Unidos e garantiu que a decisão não partiu de si. O cantor britânico explicou que foram a promotora e os responsáveis por vários estádios que estiveram na origem da saída do rapper, após as declarações de apoio à Palestina durante os concertos em Nova Jérsia.
"A saída de Macklemore da digressão foi uma decisão da promotora, não foi minha. O contrato de Macklemore para a digressão era com a promotora, não comigo", esclareceu Ed Sheeran.
O artista explicou que, depois das atuações de Macklemore, vários recintos das próximas datas avisaram que não receberiam os concertos caso o rapper continuasse no alinhamento. O britânico garante que tentou encontrar uma solução: "Falei longamente com os recintos durante toda a semana para tentar construir uma ponte."
O artista frisou ainda que respeita Macklemore enquanto artista e que sempre deu liberdade aos convidados da digressão para escolherem aquilo que querem apresentar em palco.
Ed Sheeran explicou, no entanto, que prefere não transformar os próprios espetáculos em espaços de discussão política. "Quem já foi a um dos meus concertos sabe que são sobre união, alegria, escapismo, amor e um lugar onde todos se sintam bem-vindos", afirmou.
"Passei esta semana a tentar construir pontes, encontrar uma solução e, infelizmente, não consegui", acrescentou.
Macklemore, recorde-se, foi retirado das restantes datas norte-americanas da 'Loop Tour' depois de, durante uma atuação no MetLife Stadium, ter manifestado apoio à Palestina e interpretado 'Hind's Hall', tema relacionado com a guerra em Gaza. A promotora Messina Touring Group confirmou que vários recintos ameaçaram não receber os espetáculos caso o rapper permanecesse no alinhamento.

















