As sextas-feiras são dia de Joaninha de Sousa Botelho, a implacável e bem-informada cronista do 24Horas, sempre pronta e de língua afiada a contar as coisas que sabe...
Piscina. Olá, meus queridos, cá estou de volta, estava a ver que nunca mais era sexta-feira... Ainda por cima, esta semana demorou a passar, tais as arrelias que passei à conta do Rui Pinto, coitado, a quem parece terem despejado do apartamento que a Judiciária lhe tinha posto. Olhe Ruizinho, sabe uma coisa? Fale com a sua amiga Ana Gomes, que ela é mulher para lhe arranjar um quartinho lá na Azóia, vai ver que ela não o desilude. Não tem é piscina, mas também daqui a nada é inverno...
Insaciável. Eu juro que não sou de intrigas, mas se fosse ao Carlos Moedas punha-me mas era a pau com o Gonçalo Reis, o seu insaciável «número dois» que, dizem-me, não vê o dia em que se possa sentar refastelado no cadeirão da Praça do Município. O homem não pára, aquilo são vídeos, são entrevistas, são assessores, são recados para jornalistas amigos, que canseira, chiça! Gonçalinho, minha ricura, tenha termos, menino — lembre-se de uma coisa, que a minha tia Pureza sempre me ensinou: quem tudo quer, tudo perde. Essa é que é essa!
Bolha. Depois do Caminho de Santiago, o candidato oficial a «patrãozinho» da RTP foi agora em peregrinação a Fátima. Não faço a mínima ideia se tanta fé irá ser recompensada em Março, mas depois de tanto quilómetro nas pernas, o que sim sei é que a este ritmo o rapaz acaba todo ele feito numa bolha. Depois, Chiquinho, já sabe, é só furar com uma agulha e pôr Betadine, no fundo é como esvaziar um balão cheio de ar...
Destino. Já não há pachorra para minha tia Kika, que não descansa enquanto não consegue saber para onde vai o querido Pedro Mourinho, agora que lhe puseram as malas à porta lá em Benfica. Voltar a Queluz de Baixo, diz ela, parece estar fora de hipótese, até porque lhe disseram que o Zé Eduardo (um beijinho, seu maroto, não tenha tão mau-feitio!) não morre de amores pelo Pedrocas; em Laveiras, parece que ainda vale aquela máxima imposta pelo fundador do «quem sai, não volta»; e na Gomes da Costa, não há nem para um terço do que ele ganhava lá pelo Now.

















