As sextas-feiras são dia de Joaninha de Sousa Botelho, a implacável e bem-informada cronista do 24Horas, sempre pronta e de língua afiada a contar as coisas que sabe...
Milhão. Quando vi há dias na televisão o meu querido Luís Mira, o "patrão" dos agricultores, a pedir mais subsídios para o setor, não sei porquê, lembrei-me logo do milhão de euros que a CAP enterrou naquela coisa do Conta Lá, esse projeto que deixou meio-mundo a arder... Ó Luisinho, o menino tem cá uma lata, eu se fosse a si, em vez de andar por aí de mão estendida, pintava mas era a cara de preto!
M.... Já que me lembrei do Sérgio Figueiredo (o que é feito de si, não me diga que o meu querido voltou a escapulir-se outra vez para o Nepal?), nem quero imaginar o que lhe passará pela cabeça quando vê a sua amiguinha Rita Ferro Rodrigues a não lhe restar outra coisa senão fazer de garota-propaganda de uma marca de caixas para os xixis e cocós dos gatos. O menino desculpe, que eu até nem sou de dizer palavrões, mas vem mesmo a propósito, e eu não resisto: o menino já viu bem a m... que fez?
Invisível. O José Luís Carneiro (uma beijoca, Zezinho!), bem tenta aparecer em tudo o que é lado, dar nas vistas, mas por mais que se ponha em bicos de pés, coitado, às vezes é difícil dar-se por ele. Há dias resolveu ir ao El Corte Inglés assistir ao lançamento do último livro do Luís Paixão Martins, "Como mentem os políticos", e, sentado na plateia, ainda ouviu uma das apresentadoras do livro dizer que "ainda bem que não está cá nenhum político"...
Anafadinho. O meu primo Bernardo, de quem eu digo que ainda vai ser canonizado em vida, faz voluntariado num centro de dia. Um deles, patusco e sempre a fazer continência, passa as tardes a dizer que é secretário de Estado e que é ele quem manda nas polícias. Já lhe perguntei como se chama a criatura, mas o Bernardo diz que já lhe perguntou e, como resposta, ouviu que isso é um segredo guardado a sete chaves...

















