As sextas-feiras são dia de Joaninha de Sousa Botelho, a implacável e bem-informada cronista do 24Horas, sempre pronta e de língua afiada a contar as coisas que sabe...
Hic. A minha tia Pureza, que passa a vida à frente dos ecrãs, agora meteu na cabeça que as nossas televisões deviam ter à entrada dos estúdios alguém encarregue de fazer o teste do álcool aos convidados: «Menina, com o que tenho visto ultimamente, acredite que isto agora só lá vai de bafómetro, não duvide!» disse-me ela há dias numa mensagem de WhatsApp que mandou noite dentro. Tão mazinha...
Daaaaaaaa... Quem anda imparável é o Nuno Melo, esse «Daniel Boone de Joane», com aquele corte de cabelo em jeito de bacio virado ao contrário. Parece que anda todo enxofrado porque só ouve falar com sotaque lá nas acampadas. Querido, sabe o que diz o meu tio Thiago? Que o menino deve andar surdo, porque o sotaque é o mesmo de quem o serve à mesa, da empregada do spa onde o menino vai, ou de quem lhe leva o sushi a casa à noite. Daaaaaaaa...
Janjas. A minha querida Mafalda Anjos muda de apelido como quem muda de vestido. Vejam lá que depois de ser conhecida por «barbie», e na Visão ter ganho a alcunha de «coveira», e desde que descobriu a sua costela gauchiste, já há quem a trate por «Janja de Queluz de Baixo». O azar da piquena é que já tem concorrente, o Zezinho Bourbon, que está feito um verdadeiro «janjo de Laveiras». Uma beijoca para os dois, pessoau!
Abonados. Pela quantidade de gente que vi a posar ao lado de Barack Obama no MEO Arena, já percebi que anda tudo bastante mais abonado do que parece. É que, contou-me o meu primo Bernardo, quem quisesse fotografar-se com o antigo presidente tinha que desembolsar logo ali à partida a módica quantia de 3 mil euros...
Lambuzão. Descobri que o Luís Osório afinal não está sozinho na sua função de lambuzão do regime. Arranjou uma espécie de clone, que vi há dias de relance no Instagram a entrevistar o meu querido Carlinhos Moedas. Apesar de ter mais cabelo e não usar óculos, esse pupilo de Osório parece mesmo tirado a papel químico, tantas as mesuras e deferências em que se especializou, um verdadeiro «alça-cu», como dizia alguém de quem eu gostava muito.
Unha. Deixo aqui duas beijocas gigantes ao meu querido e intrépido Luís Álvaro Campos Ferreira. Uma por estar cada vez mais elegante, um verdadeiro dandy de fazer parar o Passeio Alegre e tudo à volta; e a outra pelo seu lado selvagem e destemido, bem demonstrado pela coragem e valentia com que apanhou à unha a autêntica anaconda que esta semana lhe invadiu o jardim da sua casa do Porto. Uauuuuu, o menino é mesmo uma fera!

















