Uma médica de clínica geral que tinha a rainha Camilla, de 79 anos, entre os seus pacientes foi assassinada pelo marido, em Inglaterra, enquanto recebia em casa os filhos e amigos destes para uma festa do pijama.

Hannah Cain (45 anos), morreu no domingo, dia 4, na sua residência em Dersingham, Norfolk, situada a pouco mais de um quilómetro da propriedade da família real britânica em Sandringham.

As autoridades revelaram que havia crianças na propriedade no momento do incidente. O marido da médica, Mark Cain (45) foi acusado do homicídio.

Segundo informações divulgadas pela BBC, a autópsia apontou para um traumatismo na cabeça e uma lesão que poderá estar relacionada com compressão do pescoço. As circunstâncias exatas da morte continuam a ser investigadas.

Hannah Cain trabalhava como médica de família e tinha passado pelo Centro Médico Grimston, onde, segundo a imprensa britânica, estavam entre os seus pacientes a rainha Camilla e outros membros da família real. Carlos III (77) e Camilla terão sido informados da morte da profissional.

O marido foi interrogado durante várias horas pelas autoridades e não se declarou culpado da acusação. Até ao momento, não foi divulgado qualquer possível motivo para o crime.

Uma amiga da vítima contou ainda ao The Sun que Hannah parecia “stressada” e “distraída” poucos dias antes da sua morte, algo que considerava pouco habitual no comportamento da médica.

A morte provocou também uma onda de consternação entre colegas. O Comité Médico Local de Norfolk e Waveney, que representa médicos de clínica geral do NHS, descreveu Hannah como uma profissional dedicada e uma “médica de família maravilhosa”.