Lionel Messi despediu-se dos Mundiais de futebol, este domingo, dia 19, com uma imagem de profunda tristeza.

Aos 39 anos, o capitão da Argentina terminou a sua sexta participação na competição após a derrota por 1-0 frente à Espanha, no prolongamento da final, disputada no Estádio Nova Iorque/Nova Jérsia, em East Rutherford.

O golo de Ferran Torres, aos 106 minutos, impediu a seleção argentina de revalidar o título conquistado em 2022. No final, Messi permaneceu sentado no relvado, observando os festejos espanhóis. Depois de receber a medalha de vice-campeão, não conseguiu conter as lágrimas perante os cânticos dos adeptos argentinos.

Apesar de o encontro ser encarado como a despedida do jogador dos Mundiais, Messi não confirmou publicamente, após a final, o abandono da seleção.

Na antevisão do jogo, o astro já reconhecera que o desfecho poderia não ser o desejado. “Gostamos de ganhar, mas também compreendemos que este é um desporto coletivo, que o adversário influencia o jogo e que nem sempre se pode vencer”, declarou, em palavras divulgadas pela FIFA.

Messi deixa os Mundiais como uma das figuras maiores da história da prova. Campeão no Qatar, em 2022, disputou três finais e atravessou mais de duas décadas ao serviço da Argentina.

Em Nova Jérsia, o abraço recebido de Lamine Yamal, enquanto a Espanha celebrava, pode simbolizar também uma passagem geracional.
O adeus ficou marcado pela derrota, mas não apaga um percurso que transformou Messi num símbolo do futebol argentino. A continuidade na seleção permanece, contudo, oficialmente em aberto.

Créditos: @messianilari/X