O Sindicato dos Jogadores saiu em defesa do legado de Cristiano Ronaldo, de 41 anos, na sequência da polémica provocada pela saída do capitão do estágio da Seleção Nacional. Joaquim Evangelista, presidente do organismo, apelou à aproximação entre as partes e defendeu que os acontecimentos dos últimos dias não devem apagar o contributo do avançado para o futebol português. Ronaldo abandonou o estágio na quarta-feira, dia 30.
"Independentemente das circunstâncias que conduziram a este desfecho, há uma verdade que deve permanecer acima de qualquer divergência ou momento de tensão: Cristiano Ronaldo ocupa um lugar único e irrepetível na história do futebol português", afirmou Joaquim Evangelista. O dirigente destacou ainda o percurso do internacional português ao serviço da equipa das 'quinas' e o impacto que teve ao longo de mais de duas décadas.
O presidente do Sindicato dos Jogadores considera que a atual polémica não deve servir para diminuir o percurso do capitão. Evangelista apelou ainda a que sejam feitos esforços para aproximar as partes e encontrar uma solução que preserve a Seleção Nacional, o respeito pelas instituições e o reconhecimento pelo percurso de Ronaldo.
A posição surge depois de Cristiano Ronaldo ter decidido deixar a concentração portuguesa em Copenhaga, na véspera do encontro com a Dinamarca. O avançado confirmou a decisão nas redes sociais e garantiu que, "a seu tempo", explicará aos portugueses as razões que motivaram a saída.

















