Cristiano Ronaldo, de 41 anos, admitiu que sentiu a pressão antes de bater o penálti que relançou Portugal na vitória por 2-1 sobre a Croácia, nos 16 avos de final do Mundial.
Aos 68 minutos, com a Seleção Nacional em desvantagem, o capitão português assumiu a responsabilidade e fez o 1-1, antes de Gonçalo Ramos completar a reviravolta nos descontos. No final do encontro, Ronaldo reconheceu que o momento não foi vivido com total frieza.
"À tarde, tive o pressentimento de que existiria um penálti. Estava preparado, senti que ia acontecer. É difícil, não vou deixar de dizer. A pulsação fica acelerada, mas confiei no que sinto, no meu instinto, e acreditei que ia marcar. É nisso que acredito sempre", afirmou o avançado.
Os dados divulgados pela WHOOP, empresa da qual Cristiano Ronaldo é investidor e embaixador, confirmam essa aceleração. Segundo a publicação partilhada pela marca, o ritmo cardíaco do internacional português subiu para 144 batimentos por minuto no momento de preparação para o penálti. Após a bola entrar, o valor atingiu os 157 batimentos por minuto, o registo mais elevado do craque durante os 90 minutos.
No golo da vitória, apontado por Gonçalo Ramos, a pulsação de CR7 estava nos 134 batimentos por minuto, subindo depois para 141 no apito final.
O gráfico reforça a dimensão emocional de uma noite decisiva para Portugal e para Ronaldo, que voltou a ser determinante numa fase a eliminar de um Mundial.

















