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  • “Lukebakio não gostou de sair mas tem de correr para trás e dar ao pedal”, José Mourinho
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Com a aproximação da época de verão, a Guarda Nacional Republicana (GNR) deixou um alerta à população para o aumento de burlas relacionadas com o arrendamento e compra de casas, sobretudo através de plataformas digitais. Esta força militar recomenda cuidados redobrados na procura de alojamento temporário, lembrando que este tipo de crime continua a registar números relevantes em todo o País.

Segundo dados divulgados pela GNR, em 2025 foram registadas 725 ocorrências de burla associadas à aquisição e arrendamento de imóveis. Apesar de uma ligeira descida face a 2024, ano em que se contabilizaram 762 casos, o fenómeno mantém-se disseminado pelo território nacional, com maior incidência em zonas turísticas e grandes cidades.

A nível geográfico, Faro surge como o distrito mais afetado, com 153 casos, representando cerca de 21% do total. Seguem-se Setúbal (91), Lisboa (86), Porto e Braga (72 cada), Aveiro (46), Leiria (41), Santarém (38), Castelo Branco (21) e Viseu (20).

A GNR sublinha ainda que há distritos onde o aumento deste tipo de crime foi mais expressivo, como Portalegre (+150%), Viana do Castelo (+89%), Leiria (+78%) e Castelo Branco (+75%), comparando os dados de 2024 e 2025.

Relativamente ao método utilizado pelos burlões, a GNR explica que são frequentemente utilizados anúncios falsos criados com fotografias reais de imóveis, mas com preços abaixo do valor de mercado, de forma a atrair potenciais vítimas.

“O objetivo do método é levar a vítima a efetuar um pagamento imediato (sinal) para garantir a reserva, sem qualquer contacto presencial ou visita ao imóvel”, refere a GNR.

A burla só costuma ser descoberta mais tarde, muitas vezes quando o contacto do alegado anunciante deixa de funcionar ou quando o lesado se desloca ao local e percebe que o imóvel não existe ou não está disponível.

“Assim, a burla é frequentemente detetada apenas meses depois, quando o contacto do anunciante é desativado ou a vítima se desloca à morada, constatando que a mesma não existe ou não está disponível para arrendar”, alerta a Guarda Nacional Republicana.

Perante este cenário, a GNR recomenda cautela com propostas demasiado vantajosas, aconselha a visita presencial ao imóvel sempre que possível e sugere a verificação dos anúncios em várias plataformas, de forma a detetar eventuais duplicações suspeitas.

As autoridades aconselham ainda a confirmar a identidade de quem anuncia o imóvel e a verificar se o titular da conta bancária corresponde ao nome indicado, bem como evitar pagamentos imediatos sob pressão de “muitos interessados”.

Crédito: GNR – Guarda Nacional Republicana

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