Uma mulher que acompanhava de perto o julgamento de Lindsay Clancy - acusada de matar os três filhos - admitiu ter matado o próprio filho, de dois anos, no estado norte-americano do Illinois. Corie Walsh terá estado a discutir o caso de Clancy com amigos através de mensagens poucas horas antes da morte da criança.

As autoridades foram chamadas a uma residência durante a tarde, onde encontraram Barrett Walsh, conhecido como 'Bear', inconsciente. A criança foi transportada para o hospital, onde acabou por morrer.

Segundo documentos judiciais, testemunhas contaram às autoridades que Corie estava muito interessada no julgamento de Lindsay Clancy e que tinha estado a falar sobre o processo num grupo de mensagens com amigos até poucas horas antes da tragédia.

A mulher terá ainda dito às autoridades que acreditava que o filho era o "diabo" e o "anticristo". Corie foi encontrada ferida na habitação e recebeu assistência médica.

A defesa afirma que a mulher estava a passar por um "episódio psicótico". Corie Walsh enfrenta três acusações de homicídio em primeiro grau. Já o julgamento de Lindsay Clancy terminou esta sexta-feira, 4, sem uma decisão unânime do júri, tendo sido declarado nulo.