Piers Morgan, de 61 anos, voltou a sair em defesa de Cristiano Ronaldo (41) e lançou duras acusações contra Jorge Jesus (72), garantindo que o selecionador não cumpriu aquilo que tinha acordado com o capitão português.
O famoso jornalista britânico, próximo de CR7, apresentou no programa 'Football Uncensored' a sua versão da polémica que terminou com o antigo Bola de Ouro a abandonar o estágio da equipa das quinas.
“Foram-lhe dadas garantias absolutas sobre a forma como seria utilizado”, afirmou Morgan, explicando que Jesus teria combinado com Ronaldo que jogaria os dois primeiros encontros e descansaria nos dois seguintes. Segundo o britânico, no duelo com o País de Gales, o selecionador garantiu ao avançado que faria os 90 minutos, mas substituiu-o aos 67.
Morgan assegura que Jesus pediu depois desculpa a Ronaldo e ao presidente da FPF, Pedro Proença. O conflito terá aumentado na Noruega. O jornalista garante que Jesus prometeu utilizar o avançado durante 30 minutos. CR7 aqueceu cerca de 25, mas não entrou. “Voltou atrás na sua palavra”, acusou.
Morgan foi ainda mais longe: “Mentiu-lhe e quis demonstrar autoridade à custa de Ronaldo.” E atacou a forma como Jesus terá gerido publicamente o caso, acusando-o de “humilhar” e “menosprezar” o capitão.
“Tratou Ronaldo nas últimas semanas como um jogador medíocre de uma liga menor, que se pode tratar como uma merda. Foi incrivelmente desrespeitoso”, disparou Morgan, que rejeita a ideia de CR7 exigir jogar sempre: “Não se trata disso.” Para o britânico, tudo se resume a uma palavra: respeito.

















