O Sindicato dos Médicos do Norte, integrado na Federação Nacional de Médicos (FNAM), anunciou esta terça-feira, dia 12, a adesão à greve geral de 3 de junho, marcada pela CGTP, em protesto contra a reforma laboral e o agravamento das condições no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A FNAM diz que a situação "está a agravar-se", apontando a falta de médicos de família e o encerramento frequente de urgências. Em comunicado, o sindicato critica propostas que poderão aumentar horários de trabalho, impor bancos de horas e precarizar vínculos laborais. A estrutura acusa ainda o Governo de não valorizar os profissionais do SNS e de continuar a transferir cuidados para o setor privado.
Os médicos defendem mais investimento no SNS, com salários dignos, equipas completas e melhores condições de trabalho. A greve geral foi convocada pela CGTP, recorde-se, após o impasse nas negociações sobre a reforma laboral.

















