Pelo menos 12 pessoas morreram e cerca de 300 ficaram feridas, este sábado, dia 10, na sequência de um ataque com um míssil contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, capital da Arábia Saudita. O ataque, atribuído aos rebeldes houthis do Iémen, obrigou à suspensão das operações aeroportuárias, segundo as autoridades.

A Autoridade Geral da Aviação Civil da Arábia Saudita anunciou a interrupção das operações na principal infraestrutura aeroportuária da capital, numa altura em que os serviços de emergência procuravam responder às consequências do ataque.

A coligação militar liderada pela Arábia Saudita, que combate os houthis no Iémen, revelou ainda que um segundo projétil caiu nas proximidades do Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam, considerado uma das principais alternativas ao aeroporto de Riade.

O balanço oficial aponta para 309 feridos, alguns em estado crítico, e inclui entre as vítimas mortais quatro sauditas, dois cidadãos do Bangladesh e seis pessoas de outras nacionalidades, incluindo um norte-americano.

A coligação saudita responsabilizou os houthis pelo ataque e prometeu uma resposta decisiva. Este foi o terceiro ataque ao aeroporto de Riade numa semana, num contexto de agravamento do conflito com os rebeldes iemenitas, apoiados pelo Irão.

O presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu que Washington poderá juntar-se às operações militares sauditas contra os houthis, aumentando os receios de uma nova escalada regional

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