A Revolut quer deixar de ser apenas uma plataforma de serviços bancários digitais para se transformar numa das maiores empresas tecnológicas do mundo. A ambição foi assumida pelo cofundador e presidente-executivo, Nik Storonsky, que pretende colocar a empresa britânica ao nível de gigantes como a Google, a Meta e a OpenAI.
Durante uma intervenção no evento Wave by Vento, realizado em Turim, Itália, o empresário apresentou a sua visão para o futuro da Revolut, defendendo que a Europa tem capacidade para criar empresas tecnológicas de dimensão mundial.
"O nosso sonho americano, neste caso sonho europeu, seria construir uma empresa tecnológica global semelhante à Meta, à Google ou à OpenAI, mas a partir da Europa", afirmou Storonsky.
A estratégia passa por alargar progressivamente a oferta de produtos e serviços, ultrapassando a atividade bancária tradicional, mas mantendo uma forte ligação ao setor financeiro.
Fundada em 2015, em Londres, a Revolut tornou-se uma das principais empresas europeias de tecnologia financeira, disponibilizando contas digitais, pagamentos internacionais, câmbio e soluções de investimento.
Em Portugal, a empresa pretende continuar a expandir a atividade e admite entrar no mercado do crédito à habitação, embora reconheça a complexidade deste segmento e ainda não tenha anunciado qualquer calendário.
A Revolut garante que pretende disponibilizar todos os produtos da banca tradicional, reforçando a concorrência com os bancos estabelecidos.

















