Lula e Flávio Bolsonaro encerraram neste sábado (3) a campanha para o primeiro turno das eleições presidenciais com agendas concentradas no Sudeste. Os dois candidatos estiveram em São Paulo, enquanto Flávio também tinha compromisso previsto no Rio de Janeiro durante a tarde, na reta final antes da votação deste domingo (4).
Na capital paulista, Lula participou de um ato na Avenida Paulista ao lado de Fernando Haddad, candidato do PT ao Governo de São Paulo, e de outros aliados. Durante o discurso, o presidente afirmou que está a enfrentar um “chefe de quadrilha” e associou o seu adversário ao crime organizado, sem citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro.
O discurso ocorreu diante de apoiantes reunidos na Paulista e marcou o último grande ato de Lula antes do primeiro turno. O candidato do PT também fez críticas à atuação dos adversários e apresentou a disputa como uma escolha entre diferentes projetos para o país.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, começou o último dia de campanha no interior de São Paulo. O candidato participou de uma motocarreata ao lado do governador Tarcísio de Freitas, entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana. O percurso teve cerca de 20 quilómetros e reuniu apoiantes, candidatos ao Senado e outros aliados políticos.
Após a agenda no interior paulista, Flávio seguiu para o Rio de Janeiro. A programação da campanha previa, para a tarde deste sábado, uma nova motocarreata na Zona Oeste da cidade, com concentração em Campo Grande e chegada em Bangu.
A escolha de São Paulo e do Rio de Janeiro para os últimos compromissos evidencia o peso eleitoral do Sudeste, região que concentra uma parcela significativa do eleitorado brasileiro. Ao longo da campanha, Lula e Flávio percorreram diferentes Estados, mas também dedicaram atenção especial aos maiores colégios eleitorais do país.
Com o encerramento da campanha de rua neste sábado, os candidatos entram agora no período que antecede a votação. O primeiro turno das eleições será realizado neste domingo (4), quando os eleitores brasileiros irão às urnas para escolher presidente, além de outros cargos em disputa.

















