As praias portuguesas registaram 17 mortes entre 1 de maio e 31 de julho, segundo o mais recente balanço divulgado pela Autoridade Marítima Nacional (AMN). A maioria dos casos ocorreu em zonas não vigiadas, reforçando os alertas das autoridades para os perigos do mar durante a época balnear.
De acordo com a AMN, 12 vítimas morreram por afogamento e cinco por doença súbita. Dos afogamentos, três aconteceram em praias vigiadas, cinco em praias não vigiadas, dois em praias ainda fora da época balnear e dois noutras zonas marítimas sem vigilância.
No total, 14 das 17 mortes registadas ocorreram em locais sem vigilância, um dado que preocupa as autoridades.
Apesar destes números, a intervenção dos nadadores-salvadores e das equipas de socorro permitiu evitar muitas outras tragédias. No mesmo período foram realizados 868 salvamentos e prestadas mil e 606 ações de primeiros socorros em praias de todo o País.
Perante este balanço, a AMN volta a apelar à população para que frequente praias vigiadas, respeite a sinalização e as indicações dos nadadores-salvadores, mantenha uma vigilância constante sobre as crianças e, em caso de emergência, ligue imediatamente para o 112.

















