Romário, de 60 anos viu a Justiça determinar a penhora dos valores que tem a receber da CazéTV para saldar uma dívida de 32,4 milhões de reais (cerca de 5 milhões de euros).
A decisão foi tomada pela 4.ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no âmbito de um processo de cumprimento de contrato movido pela empresa Koncretize Projetos e Obras. O tribunal ordenou que a CazéTV entregue todos os contratos, recibos, notas fiscais e comprovativos de pagamento relacionados com a participação de Romário na cobertura do Mundial 2026.
A dívida tem origem num litígio que remonta ao encerramento do Café Onze Bar, do qual Romário era sócio. Depois do fecho do estabelecimento, surgiu um conflito contratual com a empresa responsável pelo estacionamento.
O antigo futebolista chegou a reconhecer uma dívida próxima de 1,5 milhões de reais, mas, segundo a empresa credora, o acordo nunca foi cumprido. Com juros e correções, o montante ascendeu aos atuais 32,4 milhões de reais.
Caso existam valores a pagar pela CazéTV, esses montantes poderão agora ser utilizados para amortizar a dívida. Ao longo do processo, a Justiça brasileira já determinou também a penhora de um imóvel, de uma lancha e de um automóvel Porsche pertencentes ao antigo avançado.

















