A TotalEnergies pretende prolongar por mais duas décadas a vida de um dos activos mais importantes do petróleo angolano. O grupo estima que o projecto Dália, integrado no Bloco 17, possa permitir a extracção de até 400 milhões de barris adicionais, apoiado em novos poços, incentivos fiscais e prolongamento dos direitos de produção até Dezembro de 2045.
O director-geral da TotalEnergies em Angola, Martin Deffontaines, explicou que o novo acordo-quadro celebrado com a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis cria condições para manter o investimento no activo.
A empresa prevê também que a descoberta Acácia-5 entre rapidamente em produção, utilizando capacidade disponível no FPSO Pazflor, com a primeira extracção prevista em cerca de três meses. Este desenvolvimento poderá acrescentar aproximadamente seis mil barris por dia à produção do Bloco 17.
Durante a Angola Oil & Gas 2026, a TotalEnergies assinou quatro contratos ligados à exploração, ao Bloco 32 e à redução de emissões. A petrolífera francesa opera há sete décadas em Angola, explora actualmente seis FPSO no país e tem um sétimo em desenvolvimento, mantendo uma presença de grande escala no mercado angolano.

















