Os trabalhadores da EMEL– Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa iniciaram uma greve parcial de quatro dias, esta segunda-feira, 22, para exigir uma revisão salarial. A paralisação prolonga-se até quinta-feira (25) e abrange todos os turnos, com interrupções de duas horas por dia.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), a greve deverá ter impacto na fiscalização do estacionamento e na gestão dos parques da empresa em Lisboa. Os trabalhadores esperam uma forte adesão a esta luta.
O protesto surge após a administração da EMEL ter proposto um aumento salarial de 25 euros, considerado insuficiente pelos trabalhadores, que reivindicam uma atualização de 150 euros. Um novo plenário está marcado para sexta-feira (26), junto à Câmara Municipal de Lisboa, liderada por Carlos Moedas.

















