Donald Trump, de 80 anos, deslocou-se à cimeira da NATO, realizada em Ancara, na Turquia, acompanhado por uma comitiva de cerca de 1.400 pessoas, que incluiu responsáveis políticos, diplomatas, militares e elementos dos serviços de segurança norte-americanos.

De acordo com o The Guardian, entre o pessoal destacado para a viagem encontravam-se funcionários encarregues de recolher e transportar de regresso aos Estados Unidos os resíduos biológicos produzidos pelo chefe de Estado, incluindo os resíduos provenientes das instalações sanitárias. O jornal refere que esta medida integra um protocolo de segurança destinado a evitar que amostras biológicas possam ser recolhidas e analisadas por serviços de informação estrangeiros, permitindo inferir dados sobre o estado de saúde do líder norte-americano.

Embora a Casa Branca não tenha confirmado oficialmente este procedimento, a publicação britânica descreve-o como uma prática de segurança utilizada para proteger informação considerada sensível durante deslocações presidenciais ao estrangeiro.

A deslocação de Trump à Turquia ocorreu num contexto de forte pressão sobre os aliados da NATO para aumentarem os investimentos em defesa. Durante a cimeira, o presidente norte-americano voltou a defender que os países da Aliança reforcem significativamente os seus gastos militares, uma das principais prioridades da sua política externa desde o regresso à Casa Branca.