A Sony voltou a apostar no Walkman, um dos leitores de música portáteis mais emblemáticos das décadas de 80 e 90, com três novos modelos direcionados para os apreciadores de áudio de alta qualidade. Os preços, porém, estão longe de ser acessíveis: a versão mais cara ultrapassa os 5 mil euros, enquanto a mais barata custa quase 1.700 euros.
O modelo de entrada, o NW-ZX900, tem um preço anunciado de 1.899 dólares, cerca de 1.687 euros. No topo da gama encontra-se o NW-WM1ZM3, que custa 5.899 dólares, aproximadamente 5.241 euros.
O valor da versão mais dispendiosa está relacionado, em parte, com os materiais utilizados na construção. A Sony destaca a traseira em cobre com uma pureza de 99,99%, revestida a ouro, tratamento que também é aplicado aos parafusos do equipamento.
Segundo a fabricante, estes componentes contribuem para uma ligação estável e para uma reprodução sonora com graves potentes, um palco sonoro amplo e frequências altas suaves e detalhadas.
Os novos leitores incluem ainda software concebido para conferir aos ficheiros digitais características sonoras mais próximas das gravações analógicas, uma abordagem dirigida sobretudo aos audiófilos que procuram uma experiência de audição mais natural.
A duração da bateria varia consoante o modelo. O NW-ZX900 promete até 40 horas de reprodução, enquanto o NW-WM1ZM3 oferece uma autonomia máxima de 35 horas.
Apesar da apresentação dos novos equipamentos, a Sony ainda não confirmou se os três modelos serão comercializados na Europa.
O Walkman tornou-se um símbolo da música portátil ao permitir ouvir cassetes em movimento, antes de dar lugar a leitores digitais e serviços de streaming. Com esta nova aposta, a marca mantém o nome histórico no mercado, agora direcionado para um segmento de preços elevados e para consumidores que privilegiam a qualidade de som.

















