O Prémio Nobel da Economia de 2026 foi atribuído aos economistas norte-americanos Robert E. Hall e Michael Woodford, pelos contributos científicos para a compreensão dos mecanismos que permitem estabilizar a economia perante períodos de instabilidade e choques económicos.
Segundo a informação divulgada sobre a distinção, os investigadores foram premiados "pelos fundamentos microeconómicos da estabilização macroeconómica", uma área fundamental para compreender a relação entre as decisões das famílias e das empresas e o funcionamento global da economia.
Robert E. Hall, nascido em 1943, na Califórnia, tem 83 anos e está ligado à Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Michael Woodford, nascido em 1955, tem 71 e desenvolve a sua atividade académica na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.
Os trabalhos dos dois economistas contribuíram para desenvolver modelos utilizados por bancos centrais e governos na definição de políticas monetárias e orçamentais, nomeadamente para combater a inflação, enfrentar recessões e reduzir as oscilações da atividade económica.
Em 2025, o galardão distinguiu Joel Mokyr, pelos estudos sobre o progresso tecnológico, e Philippe Aghion e Peter Howitt, pela teoria do crescimento sustentado através da destruição criativa.
Criado em 1968 pelo Banco Central da Suécia, o prémio encerra o ciclo de distinções Nobel deste ano.

















