Flávio Prado, de 72 anos, criticou a crescente presença de treinadores e dirigentes portugueses no futebol brasileiro. Durante uma intervenção, considerou que existe uma "sobrevalorização" dos profissionais lusos e defendeu que muitos técnicos brasileiros continuam sem oportunidades.
Nas declarações, o comentador desportivo brasileiro questionou o impacto de vários portugueses em clubes históricos, referindo o treinador Luís Castro e o dirigente José Boto. Flávio argumentou que estes profissionais beneficiam de contextos favoráveis em equipas de grande dimensão e afirmou que o seu desempenho não justificaria o reconhecimento que recebem no Brasil.
O comentador foi ainda mais longe ao minimizar a tradição de Portugal enquanto potência no futebol, sustentando que os maiores sucessos do País aconteceram sob o comando de treinadores brasileiros, como Otto Glória e Luiz Felipe Scolari. Além disso, manifestou dúvidas sobre a capacidade de Jorge Jesus para alcançar resultados relevantes ao serviço da Seleção Nacional, defendendo que "não é a língua que o cara fala. Tem que ser competente", numa crítica à preferência por técnicos lusos.
















