As sextas-feiras são dia de Joaninha de Sousa Botelho, a implacável e bem-informada cronista do 24Horas, sempre pronta e de língua afiada a contar as coisas que sabe...
3 em 1. O João Marcelino, só de olhar para o menino, fico exaurida... A tarde vejo-o de fato, gravata e óculos na CNN a fazer supostamente análise política; a seguir, à noite, no canal 11, lá aparece, agora sem óculos, de T-shirt, blazer e soquete, com o pé em cima do “estérico”, a falar de bola; no meio de tudo isto, dizem-me, que passou a dirigir o Jornal Económico, é verdade meu querido? Pelo menos, lá pode dar vazão ao seu conhecimento de números. Do 0 ao 36, claro, que nesses o menino é uma barra...
Regresso. Quem resistiu ao assédio da concorrência e está de volta a Laveiras e ao comentário político é o Luís Marques Mendes (uma beijoca), meu querido, adorei vê-lo “remoçado”, já recomposto da “debacle” presidencial e prontinho para marcar politicamente a semana aos domingos. Luisinho, um conselho: lembre-se que agora já não precisa de pôr a mão por baixo ao seu homónimo...
Sopapo. A minha tia Pureza, para quem é Deus no céu e Ventura na terra, está que amaldiçoa o dia em que votou no candidato do Chega para a Câmara de Lisboa. É que uma amiga lhe contou algumas “proezas domésticas” desse tal Bruno Mascarenhas, parece que mais dado ao sopapo do que ao diálogo. Eu cá só sei uma coisa: a Mafaldinha que se ponha a pau, que nem o facto de ter sido segurança em Londres a safa de algum percalço...
Barbie. Tenho um primo, afastado, mas primo, que é mau como as cobras. Então não é que desde que trabalhou na revista Visão chama “coveira” à Mafalda Anjos?! Eu cá, que a acho o máximo, gosto mais de chamar-lhe “Barbie”, não tanto pelo cabelo, mas mais pela agilidade de raciocínio, gabo-lhe imensa aquela destreza mental, tão lesta a falar de tudo e mais alguma coisa, como quem põe ao mesmo tempo a panela ao lume, a máquina da loiça a lavar, e a air fryer a fazer o jantar. Um xi-coração, minha querida!

















